UP' - Production Unit, A New Method to Measure Costs and Industrial Controls
Abstract This work represent a new method to measure diversified production based on the effort measuring of each elementary operation in the industrial process. Until now, don't considering the manufacturing of one only kind of product, the quantities of each articles only can be counted, a work with little significance to the total of production. To have an idea of the production, we must use one of the knowed units: feet, meters, gallons, kilogram, etc... The UP' - Production Unit do this job, working on the concept of production effort. This new concept represent , for one machine working, the human effort, capital effort, electric power effort, and other indirect and direct applied. The production efforts, deriving from all kind of machines, like faucet, retific, drilling, have the property of being adicionated. With this effort measured we can reach the total effort of one factory like the sum of all partials efforts developed on each machine. And then each product can be measured by the quantity of effort that will be necessary to built it. With this efforts calculated we can measure industrial costs and industrials controls with a specific unit who measure the diversified production.
A produção de uma fábrica durante um determinado período corresponde ao conjunto de objetos fabricados, sejam acabados, semi-acabados ou em andamento. Como medir esta produção? Até agora, fora o caso da fabricação de um único produto, as quantidades e tipos de artigos fabricados só podem ser enumerados; trabalho demorado, com pouco significado em relação ao total da produção de uma empresa. Para ter uma idéia da produção, faz-se necessário recorrer a uma unidade de medida entre as já existentes: metro, quilograma, etc..., que possa aplicar com menor mal ao gênero de artigos fabricados. Número de peças e metros na tecelagem e confecções, quilograma na fundição e mecânica, horas de trabalho em certos casos, etc., são todas unidades imperfeitas, que não podem representar o verdadeiro valor da produção. Em resumo, a produção geralmente não dispõe de uma unidade de medida própria para medi-la, quaisquer que sejam os produtos fabricados. A unificação da medida da produção completa esta dúvida fundando-se na noção de esforço de produção. Esta nova noção representa, para uma máquina funcionando, o esforço humano, o esforço da própria máquina, o esforço dos capitais, o esforço da energia aplicada e outros direta e indiretamente aplicados. Os esforços de produção, assim definidos, provenientes de todos os setores da fábrica e de todas as máquinas de cada setor, não obstante de suas origens mais diversas como torno, frezadora, retífica, montagem, etc., possuem a propriedade fundamental de serem adicionados.
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O sistema mede, em um determinado momento, todos os esforços de produção em dinheiro e calcula as relações entre eles. Feito isto, o dinheiro é abandonado e o sistema opera sobre as relações, que assumem a denominação de UP' - Unidades de Produção© (também conhecido como UEP - Unidade de Esforço de Produção). Os esforços de produção de cada posto de trabalho são expressos e medidos em quantidades de UP/h e os inúmeros produtos pelo número de UP’s - Unidades de Produção© (UEP) que acumulam durante seus respectivos processos produtivos. O total dos esforços de produção em UP’s - Unidades de Produção© (UEP), que é igual à soma de cada produto, mede a produção da fábrica. A valorização periódica das UP's em dinheiro, cálculo bem simples, representa seu valor monetário no momento, podendo assim quantificar em UP’s - Unidades de Produção© (UEP) e em dinheiro qualquer produto ou produção por mais diversificada que seja. As UP’s - Unidades de Produção© (UEP) mantêm-se constantes por longo tempo. A teoria admite isto, e a prática demonstrou que recálculos de revisão feitos depois de 5 ou mais anos em várias empresas, onde houveram notáveis ampliações em locais, homens, máquinas, apresentam variações insignificantes nas UP’s - Unidades de Produção© (UEP) , confirmando paralelamente sua constância no tempo. Todos os teoremas e princípios foram amplamente estudados por importantes universidades no Brasil, comprovando sua aplicabilidade e confiabilidade, através de teses de mestrado e doutorado, apresentando com isto um alto grau científico ao método das UP’s - Unidades de Produção© (UEP). UP' - Production Unit, A New Method to Measure Costs and Industrial Controls Um Exemplo Numérico Simplificado MOD Mão de Obra Direta Custos horários de cada Posto Operativo em $/h:
UP' - Production Unit, A New Method to Measure Costs and Industrial Controls Um Exemplo Teórico do Cálculo A partir do conhecimento dos conceitos relacionados ao método UP’ - Unidade de Produção© (UEP), torna-se possível o estudo de sua implantação, numa ótica generalista (porém o método deve ser adaptado a cada fábrica, com suas necessidades específicas, numa situação real). Para cada posto operativo ou somente "PO" (que será cada operação de trabalho) calculam-se os custos valores dos seus esforços de produção unitários e, assim, fixam-se estes esforços em custo-valores/hora, denominados de foto-índice do posto operativo ou somente "FIPO", todos estes em um determinado instante no tempo. Os principais ítens de custo de transformação (esforço) considerados para o cálculo dos FIPO são os seguintes: a) Mão-de-Obra direta: Valor do salário de registro em carteira, isto é, salário puro sem repouso remunerado, mas contendo os adicionais de periculosidade, insalubridade e noturno quando houver. b) Supervisão e Mestria: Supervisores, mestres, contramestres, encarregados, etc., atribuídos às operações conforme o grau de atenção dispendido durante o processo de fabricação. c) Encargos Sociais: São todos os encargos sociais de lei que a empresa é responsável a pagar para cada unidade monetária de salário pago, mais os benefícios concedidos pela empresa para cada funcionário. d) Depreciações Técnicas: As regras fiscais determinam que uma máquina ou equipamento deve ser depreciado conforme regras pré estabelecidas, sendo também seu valor calculado através do patrimônio. Para o perfeito estabelecimento entre as relações dos esforços dos PO's não podemos utilizar conceitos como estes, devemos calcular então as amortizações técnicas baseadas em valores reais dos equipamentos e suas vidas úteis verdadeiras. Com isto poderemos então estabelecer melhor estas relações no que se refere aos valores dos equipamentos. e) Material de Consumo Específico: São os materiais de consumo da própria máquina, ou seja, os materiais que a máquina consome durante a sua operação para poder executar suas tarefas. Por exemplo: lixas, brocas, facas, gilete, óleo de corte, etc. f) Peças de Manutenção: São as peças de manutenção gastas nos equipamentos. g) Energia Elétrica: São os valores atribuídos pelo gasto de energia em cada equipamento, calculado de acordo com seu consumo específico em KW. h) Manutenção: É o valor gasto pelo departamento de manutenção atribuído aos PO's de acordo com as horas consumidas deste departamento. i) Utilidades: São todos os gastos dos equipamentos que não transformam as matérias-primas mas ajudam os PO's a transformá-la. Por exemplo: Compressores, ponte rolante, equipamentos de geração de frio, caldeiras, que serão atribuídos somente aos postos que a consomem e não ao setor. Em função da definição dos PO e dos ítens de despesas que serão atribuídos a eles (itens estes que foram descritos anteriormente), é possível partir para a coleta de dados necessários para o cálculo dos foto-índices (FIPO). Uma vez obtidos estes dados, eles serão convenientemente tratados, permitindo assim a realização do cálculo dos FIPO dos diversos PO. Os FIPO constituem-se do somatório dos custos dos diversos ítens de custo alocados para cada PO. O próximo passo consiste em calcular o foto-índice de base ou somente "FIPB", que corresponde ao custo dispendido para a fabricação de uma unidade do produto de base no momento determinado e levando somente em consideração as despesas tratadas para a formação dos FIPO. Para que isto possa ser feito é necessário definir qual será o produto de base considerado e qual a folha de processo relativa a este produto. O produto de base deve ser escolhido de forma a ser o mais representativo possível da estrutura da empresa. Ele poderá ser o produto que passa pelo maior número de PO's. Para que esta definição seja possível este produto poderá ser um produto fictício ou também uma combinação de vários produtos formando um mix. O produto base é quem define a estabilidade das UP’s - Unidades de Produção© (UEP), ou seja, ele será o responsável pela absorção das variações nos itens de despesas alocados aos FIPO, tornando constante as UP’s - Unidades de Produção© (UEP) dos produtos em função das variações que poderão ocorrer nestes ítens de despesas ao longo da utilização do método. O foto-índice de base é então obtido através de um somatório cujas parcelas se constituem na multiplicação dos foto-índices dos PO's pelos respectivos tempos em que o produto base é trabalhado nestes postos. O valor de uma UP’ - Unidade de Produção© (UEP) corresponde a um múltiplo do índice base, que por sua vez, corresponde ao valor monetário deste produto para as condições de funcionamento idealizada, no instante considerado. Parte-se então para a obtenção das UP/h dos PO's. Isto será feito dividindo-se os foto-índices (FIPO) de cada PO, pelo foto-índice de base (FIPB), gerando a UP/h de cada posto operativo. Finalmente o valor em UP’s - Unidades de Produção© (UEP) de um produto ou peça é calculado através de um somatório que corresponde à multiplicação das UP/h dos postos operativos (PO) pelos respectivos tempos que o produto ou peça considerado permanece nestes postos. Para tanto é necessário o conhecimento dos tempos de processamento de todos os produtos em cada uma de suas operações. Neste momento dispomos das UP’s - Unidades de Produção© (UEP) dos produtos, que representam a transformação da matéria-prima em produto acabado, ou seja, o esforço para fabricá-las. Para obter o custo de transformação de cada produto devemos contar quanto a empresa produziu em um determinado período. Isto se obtém multiplicando-se os valores em UP’ - Unidade de Produção© (UEP) de cada produto pelas quantidades produzidas de cada um, chegando assim a uma produção total da empresa expressa em UP’ - Unidade de Produção© (UEP). Agora com a informação do total das despesas de produção (sem as matérias primas) (do mesmo período), ou seja, todas as despesas gastas na produção: salários, energia, peças, etc., podemos calcular o valor de uma UP’ - Unidade de Produção© (UEP) neste período. Dividindo-se o total das despesas de produção pelo total das UP's produzidas teremos o valor monetário para cada UP’ - Unidade de Produção© (UEP) produzida neste período. Finalmente calcula-se o custo de transformação de cada produto multiplicando-se o seu valor em UP’s - Unidades de Produção© (UEP) pelo valor monetário de uma unidade de produção do período, resultando no seu custo de transformação ou custo industrial. |